quarta-feira, 27 de junho de 2007

Nós, mulheres e nossas bonequinhas

Estamos vivenciando a Vasalisa. É um momento muito importante, porque trata de algo que deveria ser instintivo na mulher - a sua intuição. Ela nos vem pelo conto da Vasalisa:

Vasalisa e a intuição

Era uma vez, sempre era uma vez, uma menina chamada Vasalisa que vivia muito bem com seus pais. Um dia sua mãe fica profundamente doente e antes de falecer presenteia a filha com uma boneca extremamente parecida com ela, inclusive nas vestimentas. Ela a adverte de que a boneca deverá estar sempre a seu lado e que a ajudará nas situações difíceis. Após algum tempo o pai da menina casa-se novamente. Ele traz com ele uma madrasta ruim com duas filhas ainda piores. Nem é preciso dizer que elas judiam demais da menina. Ela se torna escrava delas e como é boa e bonita desperta-lhes cada vez mais raiva e inveja.
Um dia faz muito frio. Aquele frio terrível que entra nos ossos. Fora tudo está coberto de neve e é quase impossível que um ser humano consiga enfrentar os rigores do inverno. A madrasta e as filhas combinam de mandar Vasalisa buscar lenha, para que possa padecer e sucumbir. Ela aceita a incumbência. Parece que tudo está perdido, mas ela leva a boneca em seu avental. Tudo que pergunta, a boneca responde, ela é seu guia na viagem empreendida rumo a casa da bruxa Baba Yaga, o único lugar onde o fogo pode ser encontrado. Muitos perigos são enfrentados no caminho, a menina enfim defronta-se com a bruxa; muitas tarefas lhe são impostas, mas a sabedoria advinda da boneca faz com que se saia muito bem. Finalmente ela retorna sã e salva, a madrasta e suas filhas são punidas e a heroína e o pai ficam felizes para sempre.
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Neste conto a bonequinha é a metáfora da intuição.
No nosso último encontro, recebemos carinhosamente, uma bonequinha linda como presente de nossa grande mãe, Lucila!
Ela deverá ser o lembrete de que devemos sempre consultar nossa intuição antes de agir e desta forma estarmos aptas a enfrentarmos os obstáculos que a vida nos oferece.
Grandes beijos a todas e obrigada querida Lucila pelo presente da intuição.

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